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  • História maravilhosa que retrata oque eu penso: As maiores alegrias estão sempre no ser, nunca no ter.
    Deus se mostra apenas nos detalhes.

    "Esse homem da foto é Benjamin List, um professor alemão de 53 anos, diretor do instituto Max Planck, agraciado com o prêmio Nobel de Química deste ano.

    Ouvi uma entrevista com ele esta manhã que me impressionou bastante.
    List nasceu numa família abastada de Frankfurt de cientistas e artistas. Seu bisavô era um cardiologista famoso e seu trisavô um químico também de renome. Sua tia, irmã de sua mãe, ganhou o Nobel de Medicina de 1995.

    Foi-lhe perguntado se tinha tido muitos fracassos profissionais como cientista, ao que ele respondeu que não, que a pesquisa que lhe deu o Nobel fora a primeira que ele realizara na vida!
    Se não bastasse o pedigree científico da família, acertou a loteria com a primeira aposta.

    Perguntaram-lhe então se o recebimento desse galardão máximo a que pode aspirar um cientista fora o dia mais feliz de sua vida.
    Ele respondeu que não, e contou uma história.

    Ele estava com a mulher e os dois filhos numa praia da Indonésia no dia 26 de dezembro de 2004, o dia do grande terremoto e tsunami que varreu as costas do oceano Índico. Ele e a mulher tentaram segurar os filhos quando a grande onda varreu a praia onde estavam lançando-os num inferno líquido. Conseguiram reter um, que porém ficou muito machucado; o mais novo se perdeu na escuridão das águas.

    A busca pelo caçula foi inútil. Mas nem tiveram tempo de chorar, pois tinham que tentar salvar a vida do que restara. Depois de vagar por um tempo encontraram um hospital funcionando a 160 km de distância de onde estavam.

    Enquanto o menino recebia tratamento, ele andava pelo hospital tentando acalmar os nervos, testemunhando a extensão do horror. Quase 250.000 pessoas morreram naquela tragédia.
    Notou então, numa sala ampla de uma ala do hospital, uma multidão de crianças resgatadas que tinham perdido toda a família, centenas delas. Entrou movido pela comoção. Uma lhe chamou a atenção, deitada no chão, enrodilhada ao fundo.
    Ele se aproximou para olhar o rosto assustado que a criança escondia entre os braços.
    Era o seu filho perdido.
    Aquele, ele disse, foi o dia mais feliz da sua vida.

    Me lembrei da lenda de Orfeu, que desceu aos infernos para trazer de volta a amada Euridice. Essa história me ensinou uma lição, a felicidade suprema não vem com o dinheiro ou o sucesso profissional, mas mais frequentemente com os pequenos milagres que às vezes o destino nos presenteia."
    História maravilhosa que retrata oque eu penso: As maiores alegrias estão sempre no ser, nunca no ter. Deus se mostra apenas nos detalhes. "Esse homem da foto é Benjamin List, um professor alemão de 53 anos, diretor do instituto Max Planck, agraciado com o prêmio Nobel de Química deste ano. Ouvi uma entrevista com ele esta manhã que me impressionou bastante. List nasceu numa família abastada de Frankfurt de cientistas e artistas. Seu bisavô era um cardiologista famoso e seu trisavô um químico também de renome. Sua tia, irmã de sua mãe, ganhou o Nobel de Medicina de 1995. Foi-lhe perguntado se tinha tido muitos fracassos profissionais como cientista, ao que ele respondeu que não, que a pesquisa que lhe deu o Nobel fora a primeira que ele realizara na vida! Se não bastasse o pedigree científico da família, acertou a loteria com a primeira aposta. Perguntaram-lhe então se o recebimento desse galardão máximo a que pode aspirar um cientista fora o dia mais feliz de sua vida. Ele respondeu que não, e contou uma história. Ele estava com a mulher e os dois filhos numa praia da Indonésia no dia 26 de dezembro de 2004, o dia do grande terremoto e tsunami que varreu as costas do oceano Índico. Ele e a mulher tentaram segurar os filhos quando a grande onda varreu a praia onde estavam lançando-os num inferno líquido. Conseguiram reter um, que porém ficou muito machucado; o mais novo se perdeu na escuridão das águas. A busca pelo caçula foi inútil. Mas nem tiveram tempo de chorar, pois tinham que tentar salvar a vida do que restara. Depois de vagar por um tempo encontraram um hospital funcionando a 160 km de distância de onde estavam. Enquanto o menino recebia tratamento, ele andava pelo hospital tentando acalmar os nervos, testemunhando a extensão do horror. Quase 250.000 pessoas morreram naquela tragédia. Notou então, numa sala ampla de uma ala do hospital, uma multidão de crianças resgatadas que tinham perdido toda a família, centenas delas. Entrou movido pela comoção. Uma lhe chamou a atenção, deitada no chão, enrodilhada ao fundo. Ele se aproximou para olhar o rosto assustado que a criança escondia entre os braços. Era o seu filho perdido. Aquele, ele disse, foi o dia mais feliz da sua vida. Me lembrei da lenda de Orfeu, que desceu aos infernos para trazer de volta a amada Euridice. Essa história me ensinou uma lição, a felicidade suprema não vem com o dinheiro ou o sucesso profissional, mas mais frequentemente com os pequenos milagres que às vezes o destino nos presenteia."
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  • https://www.pensandodireita.com/2021/09/mundo-auditoria-no-estado-do-arizona.html
    https://www.pensandodireita.com/2021/09/mundo-auditoria-no-estado-do-arizona.html
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